Pequim — Onde comer
O pato laqueado é obrigatório, mas a cozinha de Pequim vai muito além: jianbing de café da manhã, macarrão zhajiangmian, hotpot e a Ghost Street que não dorme.
Comer em Pequim é metade da viagem. A cozinha da capital é robusta e reconfortante, herdeira das mesas imperiais e das influências do norte, e a rua oferece tanto quanto os grandes restaurantes.
O prato-símbolo: pato laqueado
O pato laqueado de Pequim (Beijing kaoya) é ritual: a pele crocante é fatiada à mesa e enrolada em panquecas finas com cebolinha, pepino e molho hoisin. Casas tradicionais como Quanjude e Siji Minfu disputam a preferência com opções modernas como o Da Dong. Reserve — as boas enchem cedo.
Café da manhã e comida de rua
Prove o jianbing, a panqueca-crepe de ovo com recheio crocante vendida em carrinhos de manhã, e o zhajiangmian, o macarrão de Pequim com molho de soja fermentada. Para petiscar, a rua de comidas de Wangfujing é turística mas divertida, e os mercados dos hutongs escondem bolinhos (baozi) e jiaozi de primeira.
Hotpot e a Ghost Street
O hotpot ao estilo do norte — caldo claro e carne de cordeiro fatininha em panela de cobre — é perfeito no frio. Para uma noite animada, vá à Ghost Street (Gui Jie), avenida de lanternas vermelhas com dezenas de restaurantes abertos madrugada adentro, célebre pelos caranguejos apimentados (mala).
Bairro muçulmano e cozinha imperial
A comunidade Hui trouxe espetinhos de cordeiro (chuan'r), pães e macarrão puxado à mão. E, para uma experiência à altura da história da cidade, alguns restaurantes servem cozinha imperial, recriando pratos da corte Qing em ambientes que valem a visita.